Projeto Criança Feliz

O que é ?

Desde março de 1997, o Semeador mantém o Projeto "Criança Feliz", que tem como objetivo atender crianças carentes da região na faixa etária de 4 a 10 anos, em encontros aos domingos.
Hoje o projeto atende cerca de 40 crianças com atividades voltadas ao desenvolvimento da auto-estima, promove a cidadania, valoriza o respeito e a fraternidade, sempre sob a luz do Evangelho de Jesus, despertando noções de convivência fraterna, assim como hábitos de saúde física, mental e social.
Os familiares que acompanham as crianças participam através de um atendimento específico onde são lidos textos do Evangelho e um momento para troca de experiências, revitalizando relacionamentos e atitudes cristãs.
Mesmo com toda a boa vontade da equipe que desenvolve este projeto, existe ainda uma carência de material para pintura e desenho e livros de literatura infantil, para a formação de uma biblioteca circulante, além da necessidade de colaboradores na distribuição do lanche. Portanto, sua ajuda é necessária e extremamente útil para as crianças atendidas neste projeto.
Participe! Informe-se na recepção.


Materia extraida do Jornal Semeando n° 30.

A conservação do corpo e mente sadios é essencial para o harmonioso desenvolvimento dos potenciais físicos e espirituais de cada criatura. Cientes disso, as atividades desenvolvidas no Projeto "Criança Feliz", incluem a preocupação com a preservação da saúde, vista em seu aspecto abrangente: física, mental e social

Incentivando hábitos de higiene, motivando-os com práticas, histórias e atividades de expressões artísticas sobre o assunto, são propiciadas condições para as crianças refletirem, aprenderem e agirem transformando a realidade em que vivem.
No segundo semestre deste ano, a equipe contará com a colaboração valiosa de um agente de saúde que, uma vez ao mês, estará à disposição das mães para esclarecimentos sobre a saúde da mulher, vacinação, métodos de planejamento familiar, etc.


 

O Brinquedo é coisa séria

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A brincadeira tem significados muito importantes para as crianças.
Na brincadeira, a espontaneidade da criança se faz muito importante. Não se deve conduzir, portanto, a brincadeira nem aguardar que a criança utilize os brinquedos que se compre como o fabricante prescreveu.

Dar um brinquedo significa dizer a ela que temos plena certeza de que ela o utilizará adequadamente. É atestado de confiança na sua capacidade.
Equivocamo-nos quando desejamos que nosso filho brinque do jeito que se espera. Afinal , a sua criatividade é que determinará a melhor maneira de utilizar o que lhe estamos oferecendo.
Como nossos filhos têm, habitualmente, tendências à agressividade cumpre não cultivá-las ainda mais. A escolha do brinquedo é de suma importância.
Brinquedos-armas podem funcionar como agentes indutores de descerramento de valores no plano da memória inconsciente.
Se dermos um brinquedo tanque motivaremos a criança a vivenciar o clima de guerra, o brinquedo-metralhadora é símbolo de morte, brinquedo-cassetete impulsiona à violência. Brinquedo-baralho induz ao vicio.Mas o brinquedo-trator estimula à produção, ao trabalho. O brinquedo-instrumento cirúrgico motiva a valorização da vida. O brinquedo-ambulância fala da solidariedade. O brinquedo – letras/números lhe exercitará a inteligência.Na mesma linha de pensamento, interpretar com leviandade a brincadeira dos pequenos é desconsiderar-lhe a importância.
Assim, quando o filho atinge o pai com o revólver de brinquedo e o pai toma atitude do atingido, que depois se ergue e prossegue a agir, a criança não está aprendendo o que significa "matar".
Está afirmando o pai que ela não está sendo levada a sério. Atitude correta é o pai, ao receber os tiros dizer-lhe que se for morto , não poderá mais providenciar o pão à mesa, nem pagar o sorvete, ou levá-la a passear.
Esta é atitude coerente. Nem sermões. Nem agressão de volta. Fazer com que a criança perceba que se o pai levar o tiro não poderá mais servir o filho, é aprendizado que se torna positivo.
Tornemos a lembrar que Jesus determinou: "deixar vir a mim as criancinhas, e não as impeçais, porque delas é o reino dos céus", e não nos permitamos, por pura invigilância, distrair-lhes as mentes com falsas alegrias, sufocar-lhes as virtudes e não lhes coloquemos os pés na areia movediça da perturbação.