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PARA REFLETIR

Lei do Caminhão de Lixo


Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto.Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro
por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara.

E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'

Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas pilhas de lixo crescem, elas
precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.

Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Tenha um bom dia, livre de lixo!

 

O CASTIÇAL DE TAGIL

Era uma vez um pobre jardineiro que se chamava Tagil.
Ao regressar do trabalho um dia, avistou um viajante desconhecido que se achava em perigo ao ser assaltado por dois ladrões. Tagil, alma nobre e ânimo valente, atirou-se em socorro do viajante e conseguiu graças a sua coragem, pôr em fuga os dois bandidos. O desconhecido que era um rico mercador, disse: Meu amigo, devo-lhe a vida e como lembrança de minha gratidão, quero dar-lhe um presente. Entregou ao jardineiro, uma pequena caixa amarela de couro lavrado.
Tagil, chegando a casa, abriu sofregamente, cheio de curiosidade, a misteriosa caixa. Com grande espanto, encontrou somente um castiçal de forma estranha e de metal escuro e pesado. Ora um castiçal! Exclamou ele, profundamente decepcionado. Arrisco a vida, luto contra salteadores e ganho esta droga.! Que vou fazer com isto? Em que poderá melhorar ou remediar minha vida um simples castiçal.
Tagil atirou para um canto o castiçal abandonado e esquecido como coisa inútil e desprezível.
Ora, um castiçal!
O certo é que o mísero objeto, rolava de um lado para outro. Tendo certa vez caído pela janela abaixo, esteve muitos dias ao relento, perdido no terreiro imundo. De outra feita serviu de calço a um móvel partido, e por último até de martelo manejado pelas mãos fortes e calosas de seu dono. Um dia afinal, Tagil oprimido pelas dificuldades da vida, mudou-se. Levou consigo seus objetos, deixando apenas sobre uma mesa tosca e suja, como coisa imprestável, o pesado castiçal com que o presenteara o rico mercador.
Aconteceu que a casa deixada por Tagil, foi ocupada por um músico de profissão que, ao encontrar o castiçal abandonado, teve a impressão de se de uma peça digna de atenção. Cuidando de livra-la do pó e das manchas, que o enfeavam. Notou que apresentava na superfície da base, certas linhas e figuras dispostas de modo singular.
Deslumbrado, passou a examinar o desprezado utensílio e verificou que se tratava de uma verdadeira maravilha. Sem duvida havia ali, a execução paciente de um artista genial.
Via-se gravado no metal, a figura de uma soberba galera que deslizava impávida num mar imenso, beijada brandamente pela escumilha das ondas irrequietas. Inclinando-se um pouco, já a cena era diversa. Distinguia-se uma bailarina com os seus véus, a dançar no meio de um lindo jardim. Desviando-se o olhar, notava-se que a bailarina desaparecia, ocupando-lhe o lugar, uma imponente Mesquita como seus altos e belos minaretes apontados para o Céu; graças a um reflexo de luz, via-se ainda um corcel negro a galopar sobre uma montanha de nuvens de pó.
Tudo isso o genial gravador fizera como buril, na superfície polida do castiçal. Levado o objeto a varias pessoas, todos o admiravam e a extraordinária perfeição do original trabalho.
Como é singular o destino das coisas. O que nas mãos de Tagil era uma peça inútil e sem valor, tornara-se uma verdadeira preciosidade nas mãos de outro. Porque este com finura, sendo mais hábil, soube ver as maravilhas que o outro jamais conseguira vislumbrar.
È assim o TESOURO que nos está oculto. Quando tivermos olhos de ver, sentimento e inteligência para distinguir as coisas e aprecia-las, seremos como o "certo homem" de que falou Jesus. Teremos iniciado o descobrimento do grande e precioso tesouro para a conquista do Reino do Céu em nós mesmos.
E não seremos como o ridículo Tagil da lenda, que não soube apreciar sequer, a bela jóia material, que lhe foi presenteada pelo rico mercador.
O TESOURO, são as virtudes, que o espírito vai amealhando uma após outra. O conjunto dessas virtudes, vai fortalecendo o caráter e a personalidade do homem. Algumas dessas jóias que constituem o tesouro são: a humildade, a sabedoria, a persistência no bem etc.
Há uma condição especial para a aquisição dessas virtudes. Chama-se FORÇA DE VONTADE. Com ela, acompanha-se o trabalho que em si já é um tesouro.
(fonte: http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia36.htm)
Um dia todinho florido de paz,
todinho perfumado de amor,
todinho feito de luz,
pra vc e pra quem mora no seu coração.
Abraços com carinho


 

SEM DESÂNIMO
Se você deixou de trabalhar, entrando em desânimo, examine o tráfego numa rua simples.Ônibus, automóveis, caminhões, ambulâncias e viaturas diversas passam em graus de velocidade diferente, cumprindo as tarefas que lhes forma assinaladas.Nenhum veículo segue sem objetivo e sem direção.Observe, porém, o carro parado, fora da pistaAlém de constituir uma tentação para malfeitores e um perigo no trânsito, é também um peso morto na economia geral, porquanto foge do bem que lhe cabe fazer.Entretanto, se o dono resolve recuperá-lo, aparecem, de pronto, motoristas abnegados, que se empenham a socorrê-lo.Considera a lição e não gaste o seu tempo, acalentando enguiços na própria alma, que farão de você um trambolho para os corações queridos

Qual acontece ao veículo mais singelo, você pode perfeitamente auxiliar nos caminhos da vida, arrancar um companheiro dessa ou daquela dificuldade, carregar um doente, transportar uma carta confortadora, entregar um remédio ou distribuir alimento.
Se você quiser, realmente, largar o cantinho da inércia, rogue amparo aos Espíritos Benevolentes e Sábios que funcionam, caridosamente, na condição de mecânicos da Providência Divina, e eles colocarão você, mas para que isso aconteça, é preciso, antes de tudo, que você pense em servir, dispondo-se a começar.

ANDRÉ LUIZ


 

 

O HOMEM E A MULHER

O homem é a mais elevada das criaturas. A mulher o mais sublime dos ideais. Deus fez para o homem um trono; para a mulher um altar. O trono exalta; o altar santifica. O homem é o cérebro; a mulher o coração. O cérebro produz a luz; o coração o amor. A luz fecunda, o amor ressuscita.O homem é um gênio; a mulher um anjo. O gênio é imensurável; o anjo é indefinível. A aspiração do homem é a suprema glória; a aspiração da mulher a virtude extrema. A glória traduz grandeza; a virtude traduz divindade.
VITOC HUGO


 

Caridade


Caridade é, sobretudo, amizade.Para o faminto - é o prato de sopa fraterna.Para o triste - é a palavra consoladora.Para o mau - é a paciência com que nos compete ajudá-lo.Para o desesperado - é o auxílio do coração.Para o ignorante - é o ensino despretencioso.Para o ingrato - é o esquecimento.Para o enfermo - é a visita pessoal.Para o estudante - é o concurso no aprendizado.Para a criança - é a proteção construtiva.Para o velho - é o abraço irmão.Para o inimigo - é o silêncio.Para o amigo - é o estímulo.Para o transviado - é o entendimento.Para o orgulhoso - é a humanidade.Para o colérico - é a calma.Para o preguiçoso - é o trabalho sem imposição.Para o impulsivo - é a serenidade.Para o leviano - é a tolerância.Para o maledicente - é o comentário bondoso.Para o desertado da terra - é a expressão de carinho.Caridade é amor, em manifestação incessante e crescente.É o sol de mil faces, brilhando para todos, é o gênio de mil mãos, ajudando, indistintamente, na obra do bem, onde quer que se encontre, entre justos e injustos, bons e maus, felizes e infelizes, porque, onde estiver o Espírito do Senhor, aí se derrama a claridade constante dela, a benefício do mundo inteiro.

Emmanuel